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OS TRÊS MOSQUETEIROS EM 3D

Várias foram as versões para um épico que já faz sucesso a décadas. E agora é vez da versão em 3d do filme "Os Três Mosqueteiros".Com um elenco de primenra composto por Logan Lerman, Milla Jovovich, Christoph Waltz, Orlando Bloom, Matthew Macfadyen, Ray Stevenson, Mads Mikkelsen, Juno Temple e Luke Evans, o longa promete lotar as salas de exibição.
Para quem ainda não sabe, o filme conta a história de D'Artagnan que vai a Paris buscando se tornar membro do corpo de elite dos guardas do rei, os mosqueteiros. Chegando lá, após acontecimentos singulares, ele conhece três mosqueteiros chamados "os inseparáveis": Athos, Porthos e Aramis. Veja o Treiler abaixo.

TRAILER DO FILME "O ESPETACULAR HOMEM ARANHA"

Parece incrível a facilidade que alguns super-heróis tem de superar todas as expectativas e voltar às telas com força total. O Homem Aranha é um desses poucos que se lança periodicamente sem nenhuma perda aparente. E mais um filme será lançado nos cinemas com a marca da aranha.
O longa, dirigido em 3-D por Marc Webb, estreia em 3 de julho de 2012.O vídeo começa com Peter ainda criança, despedindo-se de seus pais, depois Andrew Garfield aparece como Peter jovem, em cenas rápidas em casa, no colégio. Peter é apresentado ao pai de Gwen Stacy, George, ao jantar na casa deles. Depois surge em um laboratório ao lado do Dr. Curt Connors e de Gwen, no que parece ser o edifício da Oscorp. A cena da picada acontece nesse laboratório - e é seguida dos clássicos momentos de confusão e descoberta de poderes (incluindo Peter no teto do metrô, como visto na foto de divulgação). Veja o trailer.
No elenco do filme estão Andrew Garfield (Peter Parker), Emma Stone (Gwen Stacy), Rhys Ifans (Curt Connors), Sally Field (Tia May), Martin Sheen (Tio Ben), Denis Leary (George Stacy), Campbell Scott (pai de Peter), Julianne Nicholson (mãe de Peter), Irrfan Khan (o vilão Van Atten), entre outros.
O filme parece ser muito interessante...

TÉCNICAS DE ROTEIRO PARTE 3

Tipos de roteiros:
•Cinematográfico:
Contém uma apresentação do filme, a narração da história como estamos acostumados, sem muitas interferências. Segue-se um detalhamento cena –a – cena, com locação, trilha sonora, imagens que a câmera deverá captar, descrição da cena e diálogos, se houver. Em alguns casos, não existe a apresentação e o roteiro inicia com a descrição dos elementos.
•HQ:
Antes de desenhar a revista, é necessário fazer um texto com a história, incluindo descrições de cena, de personagens, diálogos. Então é feito o storyboard com o posicionamento dos personagens ao longo da história, rascunhos dos desenhos a serem feitos, posicionamento dos textos e balões de fala. Daí desenvolve-se a história em quadrinhos. O storyboard também é usado em muitos filmes.
•Desenho Animado:
Começa com um roteiro parecido com o de quadrinhos, mas não resultará numa história quadro – a – quadro. O veículo é outro: é televisão ou cinema, então os movimentos serão mais detalhados. Serão 24 quadros por segundo, para que vejamos o movimento dos personagens, portanto depois do storyboard será feito um roteiro de animação, mais parecido com o roteiro cinematográfico.
•Pauta:
A pauta jornalística também é um roteiro. Ela apresenta o nome do jornal, revista, programa televisivo ou radiofônico, a data, o local aonde será feita a entrevista ou reportagem e detalhes do evento. Se for uma entrevista, terá uma pequena história do entrevistado, o que ele fez, porque é relevante e sugestões de perguntas. Se for uma reportagem, contêm local, fato ocorrido, possíveis pessoas a serem entrevistadas.
•Aula:
Professor que se preze prepara a aula antes. Examina o assunto que irá abordar, de que modo e por quanto tempo. Às vezes até se prepara para eventuais perguntas dos alunos. Esse planejamento permite que ele exponha o assunto dentro do tempo, aprofunde se necessário e garanta o aprendizado.
•Revista:
Seja uma HQ, uma revista informativa ou uma daquelas revistas femininas desinformativas, depois de passar por pautas, storyboards e o que mais for necessário, entra outro processo de montagem: o Boneco (ou Boneca, dependendo da localidade). O Boneco nada mais é do que um rascunho de como a revista ficará no final. Os elementos mais importantes, que, portanto, ocuparão as páginas centrais, serão decididos e a diagramação é elaborada, de capa a capa, decidindo que imagem vai aonde, qual o espaço para o texto, o que ocupará a capa, quais páginas serão reservadas para publicidade… Todos os detalhes da revista são pensados e colocados no papel, de uma forma visual, para que a revista seja produzida, impressa e distribuída.

O mais importante na criação do roteiro – como em tudo na vida – é exercitar. Uma vez que você já tenha as bases técnicas, precisa desenvolver sua história e, depois, adaptá-la para o meio aonde será exibida. O primeiro resultado pode não sair bom, e isso é normal, não impede que, depois de algumas tentativas, você tenha um ótimo roteiro nas mãos.

Não queremos abordar o tema tão a fundo já que, se fizermos uma pesquisa em buscadores teremos farto material para aprender com eficiência a desenvolver um roteiro. Esperamos que, com o material que aqui foi exposto, colocar mais gente estudando e trabalhando nessa área que é, com certeza, muito importante no desenvolvimento de um filme, uma peça teatral ou uma animação. Vários artistas da área tem muita dificuldade em colocar nas telas o seu trabalho, por não encontrar gente que escreva seus roteiros.
Até a próxima...

TÉCNICAS DE ROTEIRO PARTE 2

CONFRONTAÇÃO ou ATO 2:
O ato dois é uma unidade de ação dramática de aproximadamente sessenta páginas que vai da página 30 à página 90, e é mantido coeso no contexto dramático conhecido como confrontação.
Durante esse segundo ato, o personagem principal enfrenta obstáculo após obstáculo, que o
impedem de alcançar sua necessidade dramática. A história inteira é impulsionada pela necessidade
dramática. Necessidade dramática é definida como o que o seu personagem principal quer vencer, ganhar, ter ou alcançar durante todo o roteiro. O que o move através da ação? O que deseja o seu
personagem principal? Qual a sua necessidade? Se você conhece a necessidade dramática do seu personagem, pode criar obstáculos a essa necessidade, e a história torna-se uma série de obstáculo após obstáculo após obstáculo, que seu personagem deve ultrapassar para alcançar (ou não) sua necessidade dramática. Todo drama é conflito. Sem conflito não há personagem; sem personagem, não há ação; sem ação, não há história; e sem história, não há roteiro.
RESOLUÇÃO ou ATO 3:
O Ato III é uma unidade de ação dramática que vai do fim do Ato II, aproximadamente na página 90, ate o fim do roteiro, e é mantido coeso dentro do contexto dramático conhecido como resolução. Resolução não significa fim; resolução significa solução. Qual a solução do roteiro? O Ato III resolve a história; não é o seu fim.
Recapitulando:
Ato 1 --- Início.
Ato 2 --- Confrontação.
Ato 3 --- Resolução.

A pergunta é: Se essas são as partes que compõem o roteiro, como passar do Ato I, da apresentação ou início, para o Ato II, a confrontação? E como passar do Ato II para o Ato III, a
resolução?
A resposta é: Criando um ponto de virada, ou 'plot point'.
Um ponto de virada é qualquer incidente, episódio ou evento que entra na ação e a reverte noutra direção. Um ponto de virada ocorre sempre no final do ato 1 e no final do ato 2 aproximadamente nas últimas 5 páginas respectivas.
Lembra quando falamos sobre paradígmas no post anterior? Fica difícil criar um roteiro sem estar totalmente antenado com o paradígma dessa construção, haja visto que, a maioria dos bons roteiros correspondem ao mesmo. Mas isso não significa que não podemos mudar as regras. O paradigma é uma forma, não fórmula; é o que mantém a história coesa. A espinha dorsal, o esqueleto e a história é que determinam a estrutura; a estrutura não determina a história.
A estrutura dramática do roteiro pode ser definida como uma organização linear de incidentes, episódios ou eventos interrelacionados que conduzem a uma resolução dramática. Pr isso, podemos dizer que os roteiros que funcionam seguem o paradigma.
No próximo post vamos mostrar os tipos de roteiros...
Até lá.

TÉCNICAS DE ROTEIRO

Depois de penar com a falta de ideias para a CACEMA, tive que me afastar de tudo e de todos, para aprender um pouco sobre aquilo que realmente faz a diferença em um filme, uma animação ou uma simples peça escolar: O ROTEIRO. Esse elemento é para muitos a peça principal de um filme, já que, incorpora todos os elementos da ação cinematográfica.
Afinal de contas, o que é o Roteiro? O roteiro é uma história contada em imagens, diálogos e descrições, localizada no contexto da estrutura dramática. E sobre uma ou mais "pessoas" em algum "lugar" ou alguns "lugares" vivendo uma ou mais "coisas". Talvez agora você diga: --Isso eu já sabia! Então porque continuamos sem inspiração?
Quebrando PARADIGMAS e seguindo regras.
Existem regras ou técnicas para se escrever um roteiro? Claro que sim.
Por mais que nos esforcemos na quebra de Paradigmas, não podemos nos distanciar de algumas regrinhas básicas na confecção de um Roteiro.
Um exemplo disso é: O que os roteiros tem em comum?
A resposta é muito simples: Um início, um meio e um fim, ainda que nem sempre estejam nessa ordem. Devemos inventar e reinventar na árdua missão da quebra de paradigmas, mas existem coisas que não mudam, para o bem de todos. Isto é o paradigma imutável de um roteiro.
Aristóteles definiu as três unidades de ação dramática: tempo, espaço e ação. A média de tempo dos filmes é de aproximadamente 100 minutos, o que dá 1 hora e 40 minutos. Uma página de roteiro equivale a um minuto de projeção. Não importa se o roteiro é todo descrito em ação, todo em diálogos ou qualquer combinação de ambos; em geral, uma página de roteiro corresponde a um minuto de filme. Então precisamos de 100 páginas para o nosso filme. Outro paradigma, mas que pode ser quebrado.
INÍCIO ou ATO 1:
O início, é uma unidade de ação dramática com aproximadamente trinta páginas e é mantido coeso dentro do contexto dramático conhecido como APRESENTAÇÃO. O roteirista tem aproximadamente trinta páginas para apresentar a história, os personagens, a premissa dramática, a situação (as circunstâncias em torno da ação) e para estabelecer os relacionamentos entre o personagem principal e as outras pessoas que habitam os cenários de seu mundo. Esta primeira unidade de ação dramática é a parte mais importante do roteiro, porque você tem que mostrar ao leitor quem é o seu personagem principal, qual é a premissa dramática da história (sobre o que ela trata) e qual é a situação dramática (as circunstâncias em torno da ação). A premissa dramática é o assunto de que o filme trata; ela fornece o impulso dramático que move a história para a sua conclusão. Já nesse ato você pode diminuir o tempo até para 10 páginas. E claro que, para isso você deverá ter um pouco mais de esperiencia.

Continua em técnicas de roteiro parte 2.

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

A onda 3d está realmente em alta. Agora é a vez de Alice no País das Maravilhas. O filme produzido pela Disney com um orçamento de 420 milhões e dirigido por Tim Burton, conta a história de uma Alice um pouco mais velha. Antes a Alice era assim.Nessa adaptação a novata Mia Wasikowska tem 19 anos. Durante uma festa para selar o seu noivado com um jovem lorde inglês, Alice segue um coelho de fraque pela vegetação mas acaba o perdendo de vista no exato momento em que deveria confirmar o casamento. O coelho então, reaparece atraindo Alice, que, correndo atrás do mesmo, cai em sua toca e entra num mundo de magia e sonhos. Ao descer no Mundo subterrâneo ela se transforma em uma heroína, única capaz de salva-lo da perversa rainha Vermelha.
Alice troca o casamento por mais uma aventura, só que dessa vez em 3d, é claro.
O resultado final desse filme em 3d é um passeio por personagens, cenários e lugares impossíveis de se imaginar até para quem tem muita imaginação.

TRÊS RIOS TERÁ FILME SOBRE VAMPIROS



A minha cidade (Três Rios) fará mais um longa-metragem retificando o início de uma tradição cinematográfica. Desta vez o filme contará uma estória urbana de um casal sedento por sangue e terá a lua como protagonista. Terá a direção do talentoso Joel São Tiago e alguns dos efeitos especiais ficarão a cargo da nossa CACEMA Motion Picture.

Devido à grande diferença financeira entre um filme produzido por uma cidade do interior e as grandes produções cinematográficas, o projeto esta sendo cuidado com extremo capricho, organização e criatividade, para que o resultado final seja bastante satisfatório e possa agradar o público, principalmente os que gostam desse gênero.

“Apesar das restrições técnicas, não queremos transformar esse filme em um fiasco” diz o diretor.

Ainda sem data marcada para a estréia, esse filme promete alavancar a produção cinematográfica da cidade. Vamos esperar e até a próxima.

SALAS DE CINEMA 3D

Em 2006 foi criada a primeira sala de cinema 3d no Brasil. O que parecia uma utopia parece estar se concretizando como um pinga gotas. Hoje, e digo hoje porque estamos no mês de Janeiro de 2010, existem 91 salas de cinema 3d no Brasil espalhadas em 39 cidades de 16 estados. Ainda é muito pouco mas com a onda dos filmes 3d invadindo os estúdios cinematográficos, creio que este post perderá o seu valor didático e informativo, dando lugar ao valor histórico.
É a onda de Avatar nas telas brasileiras.
A lista completa com os nomes dos cinemas bem como o valor dos ingressos você pode ver aqui no blog do Carlos Sena.

CINEMA 3D

A grande febre do momento parece ser o tal de cinema 3d. Com a intenção de chegar o mais proscimo da realidade, o cinema 3d vem ganhando as bilheterias de cinema do mundo e do Brasil. É claro que no Brasil as coisas andam meio devagar, mas por pouco tempo.O processo de filmagens é baseado na utilização de duas câmeras que capturam a imagem em ângulos diferentes e depois são editados a 48 framers por segundo, 24 para o olho direito e 24 para o olho esquerdo.
Quanto a projeção, a luz do projetor chega até a tela em espiral e os framers se alternam, girando em sentido inverso uns dos outros. Um outro detalhe é o de que a tela que recebe o filme é refletiva(prateada) dando uma ideia de que a luz vai além de uma tela normal.
Para que os nossos olhos possam captar o efeito 3d é nesseçario a utilização de óculos especiais que possuem filtros de polaridade permitindo que cada olho capte o quadro referente ao mesmo. É como se uma pessoa visse a mesma coisa através de dois focos diferentes. Com base nessas duas imagens distintas, o cérebro nos engana formando uma terceira imagem que nos dá uma sena de terceira dimensão.
É bom lembrar que os filmes de cinema 3d não tem nada a ver com filmes feitos em 3d, isto é, com programas 3d como o Blender, o 3d max, o Maia, etc., o que não impede que sejam feitos filmes 3d para cinema 3d.
Um grande filme de cinema 3d no momento é sem dúvidas, AVATAR. Um filme de ficção científica escrito e dirigido por James Cameron cuja Premiere foi em Londres no dia 10 de Dezembro de 2009. James Cameron trabalhou no desenvolvimento do filme desde 1994. O orçamento oficial foi de 237 milhões de dólares e em menos de um mês já tinha superado a casa de um bilhão de dólares de faturamento, o que prova que o cinema 3d é a grande tendência do momento.
Quem viver.......verá...

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